Todo blogueiro tem que fazer isso, mas, muita gente vem ao blog só por causa de Luís Fernando Veríssimo. E foi só um post sobre ele!
Agora, na boa, olha como vieram parar aqui:
Nua da cintura pra baixo.
Tá no google. Podem conferir.
Terça-feira, Agosto 28, 2007
Lago de idéias
Aí, no site oficial de Lost tem um fórum onde os fãs discutem suas teorias malucas sobre o seriado. O que eu vejo? O JJ Abrams, o Damon Lindelof e o Jeffrey Lieber, na frente de um computador, discutindo:
- Dude, we could use that in the show. Would be cool.
- No, no, no. That's got nothing to do with the show. Look at what this dork is saying...
- Idiot. But, hey, shut up you two, this one here is very interesting. Read carefully. What do you think?
- Awesome.
- Must be in the show.
- That's settled, then.
E, temporada que vem, o fã lá, assistindo todo feliz... "I was right!". E vai se gabar pros amigos.
- Dude, we could use that in the show. Would be cool.
- No, no, no. That's got nothing to do with the show. Look at what this dork is saying...
- Idiot. But, hey, shut up you two, this one here is very interesting. Read carefully. What do you think?
- Awesome.
- Must be in the show.
- That's settled, then.
E, temporada que vem, o fã lá, assistindo todo feliz... "I was right!". E vai se gabar pros amigos.
Quarta-feira, Agosto 08, 2007
Terça-feira, Agosto 07, 2007
Novo tipo de herói: Ladies and Gentleman, meet the great John Nash.
Com Uma Mente brilhante, um novo tipo de herói foi criado. O herói das aventuras intelectuais, dos grandes desafios matemáticos, do heroísmo que é fazer descobertas, e que essa escolha de vida também é cheia de alegria, tristeza, frustração, superação, todas as dualidades que criam um bom herói.
John Nash, no filme, é um herói. Esqueça que o filme é uma biografia em ficção. Há todos os elementos que formam um herói. O despertar dos poderes, os grandes conflitos, a escolha pelo heroísmo, a decisão de continuar herói depois de tantas dificuldades, mesmo quando há a chance de parar, quando parar poderia ser saudável, a luta em torno do reconhecimento, tudo isso é heróico.
O que é mais fundamental, um herói é apaixonado pelo que faz. É um pré-requisito para o heroísmo. Veja o Homem-Aranha, o Batman, os heróis de The Authority, qualquer um: ser herói é ser apaixonado, é guardar ainda dentro de si algum romantismo, é carregar a história dos épicos no coração.
Fazer ciência pode ser tão emocionante quanto cortar a cabeça do arqui-inimigo e sentir o seu sangue quente jorrar no rosto.
John Nash, no filme, é um herói. Esqueça que o filme é uma biografia em ficção. Há todos os elementos que formam um herói. O despertar dos poderes, os grandes conflitos, a escolha pelo heroísmo, a decisão de continuar herói depois de tantas dificuldades, mesmo quando há a chance de parar, quando parar poderia ser saudável, a luta em torno do reconhecimento, tudo isso é heróico.
O que é mais fundamental, um herói é apaixonado pelo que faz. É um pré-requisito para o heroísmo. Veja o Homem-Aranha, o Batman, os heróis de The Authority, qualquer um: ser herói é ser apaixonado, é guardar ainda dentro de si algum romantismo, é carregar a história dos épicos no coração.
Fazer ciência pode ser tão emocionante quanto cortar a cabeça do arqui-inimigo e sentir o seu sangue quente jorrar no rosto.
Sábado, Agosto 04, 2007
Pobres criticozinhos
Eu acho engraçada a posição do crítico de arte, o pobre, sempre gritando aos criadores, dedica a vida a desmoralizá-los e louvá-los, e só existem por causa deles. São condenados a nunca transcender os seus objetos de estudo. Pobrezinhos.
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